aproveita, menina.

Recentemente eu descobri a Jout Jout e deu até vontade de fazer vídeos também – depois de ver vários vídeos legais no canal dela, cheguei neste aqui que fala sobre o quanto nós mulherzinhas deixamos de fazer certas coisas por causa do julgamento alheio. Eu, que me acho até bem resolvida, me flagrei naquela situação boba de contar nos dedos o número de namorados, ficantes e peguetes – como se me importasse mesmo.

Lembrei que sei de cor com quantos caras eu transei, se me esforçar acho que conto quase todos os ficantes, peguetes, whatever – não sei como chamá-los sem achar estranhíssimo. Que coisa boba, né? Não o número, mas o fato de se importar se foram muitos ou poucos, porque eu recordo bem de ter dado uma “segurada” quando eu cheguei em um número x que eu achei “bom”, porque mais, seria demais.

Tenho um pouco de vergonha de ter me julgado e de não ter tido todo o desapego sobre essas questões antiquadas. Enquanto a gente tenta “segurar”, os meninos aceleram (espertinhos). E isso é desde a 8ª série, quando nos convenceram de toda essa ladainha porque ninguém queria se arriscar e se tornar a menina que “não é para casar”.

Sabe o que eu acho hoje? Se quiser, vai lá e faz. E se julgarem? Dá risada dessa perda de tempo. A vida é uma só e, na boa, nós nem somos tão significantes assim. Dois dias depois, ninguém lembra mais.

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